
| Terça-feira, Janeiro 31, 2006
............................................................ Tranquilo by Boris Hoppek
fragmento chicodub ecos: Segunda-feira, Janeiro 30, 2006 ............................................................ Heartcore by Nuno Valerio
fragmento chicodub ecos: Sábado, Janeiro 28, 2006 ............................................................ Kultur Toilette by Albert Bertolin
fragmento chicodub ecos: Sexta-feira, Janeiro 27, 2006 ............................................................ The Slackers no Teatro Odisséia Abertura: Firebug, La Bamba e Coquetel Acapulco 29/01 (domingo) às 17h R$ 15 (antecipado), R$ 18 (até as 20h), R$ 20 (após as 20h) chicodub ecos: ............................................................ Smithfield Building by Neasden Control Centre
:::fragmento::: chicodub ecos: Quarta-feira, Janeiro 25, 2006 ............................................................ DJs apostam na mistura de samba e dub Folha SP ADRIANA FERREIRA SILVA DA REPORTAGEM LOCAL Depois do samba-rock, será a vez do samba-dub? É o que tenta emplacar o novo clube AfroSpot, no Bexiga, que aposta na mistura desses dois estilos para conquistar o público que está à procura de uma alternativa ao Jive, casa fechada pela prefeitura em outubro de 2005, onde aconteciam as clássicas noites de samba-rock e grooves dos DJs Don KB e MZK. "[O gênero] é uma herança de Chico Science e da Nação Zumbi. Um pós-mangue beat", defende o produtor e DJ Dudão Melo, 33, diretor artístico do AfroSpot. "É uma releitura da música brasileira com novas referências eletrônicas e da black music", diz. Integrante do coletivo de produtores São Paulo Jazz Rebels, Melo e parceiros como o grupo pernambucano Monjolo escreveram até um manifesto em que defendem a "tendência", que não é assim tão nova -a Nação Zumbi mantém há cinco anos a banda de dub Los Sebosos Postizos. A novidade é o circuito de boas noites que reúne núcleos de DJs de samba, dub e afins no AfroSpot e no bar Sarajevo, na rua Augusta. Entre os envolvidos, estão os DJs da Radiola Urbana, que defendem a bandeira dos afrobeats, e o soundsystem -como são chamadas as equipes de som jamaicanas- Dubversão, além do próprio Don KB. No AfroSpot, que abriu no final do ano passado com a proposta de investir em funk, jazz, ritmos jamaicanos, latinos etc., a festa SambaDub rola às sextas, com Melo e residentes mensais como Don KB, Tony Hits e KL Jay, do Racionais MCs, que estreou na última semana. Se a intenção era atrair os fãs de samba-rock, deu certo. A maioria das pessoas que estavam lá pela primeira vez esperavam ouvir hits dessa vertente -que é tema de uma festa lá aos domingos. "Me falaram que a noite era samba-rock", disse Marcela Tahan, 23. "Estou gostando do lugar, mas as músicas poderiam ser melhores", falou a moça, indiferente ao set suingado de KL Jay. "[O clube] é bom, mas preferia samba-rock", concordou Vanessa Chiacchio, 30. Quem procurava ouvir black music gostou. "Adoro o KL Jay, freqüento todas as festas dele", afirmou Andreia Souza Sobrinho, 31. "A música é superlegal, mas a casa está meio vazia", observou Carmen Lucia Garcia, 32. Se no AfroSpot a mistura causou controvérsias, no bar underground Sarajevo o tal mix de samba e dub da festa Frankafrica se mostrou bem mais efetivo. Lá, às quartas, enquanto os disc-jóqueis da Dubversão tocam dub e reggae em uma salinha enfumaçada, no espaço ao lado, os DJs da Radiola Urbana vão de samba, samba-rock, funk e afrobeat. "O público [das duas equipes] é meio parecido, interessado por dub e afrobeat", explica o jornalista Ramiro Zwetsch, 31, um dos responsáveis pela Radiola. "O samba e o dub são grooves que tem a mesma referência africana, assim como o jazz, o reggae, o blues", lembra Miguel Gondim de Castro, 26, do Dubversão. "Na verdade, acho que não existe esse gênero [samba-dub]. O dub é mais um modo de produção de bandas como o Monjolo", diz ele. Se o estilo existe ou é pura jogada de marketing, só o tempo irá dizer. O que interessava à moçada de 20 e poucos anos que lotava o Sarajevo, na última quarta, é que, tanto na sala onde reinava o samba, quanto na de dub, a música era de alto nível. Freqüentadora assídua, a estudante Bárbara Monroe, 20, "arrastou" a irmã para conhecer o lugar. "Venho pelo som, gosto de dub, reggae..." Outro que bate cartão no bar é Michael Garcia, 26, que tinha uma reclamação: às vezes faltam meninas. "Hoje ainda tem mulher, mas, na maioria dos dias, só tem homem. Estou aqui porque gosto [da música] mesmo." Frankafrica Quando: hoje, às 23h Onde: bar Sarajevo (r. Augusta, 1.385, tel. 0/xx/11/3253 4292) Quanto: R$ 10 (mulher grátis até as 24h) SambaDub Quando: sexta, às 23h Onde: AfroSpot (r. 13 de Maio, 48, tel. 0/xx/11/3151-3974) Quanto: R$ 15 chicodub ecos: Segunda-feira, Janeiro 16, 2006 ............................................................ Os novos tons do reggae por Carlos Albuquerque, do O Globo O reggae desce redondo, preto e com um buraco no meio na festa Digital Dubs, que tem lotado as noites de quarta-feira na Casa da Matriz, em Botafogo. O som de compactos de sete polegadas, uma tradição jamaicana, faz com que corpos se mexam para cima e para baixo na pista de dança. No comando dos toca-discos e da mesa de efeitos especiais, estão os DJs MPC e Nélson Meirelles, acompanhados pelo MC Cristiano Dubmaster e quem mais se aventurar no microfone. ¿ O legal da festa é que ela tem um clima de jam session ¿ diz Meirelles, enquanto busca ar fresco do lado de fora da casa, numa pausa entre a discotecagem. ¿ O microfone fica aberto e as pessoas vão chegando. Dessa forma, fomos criando um público fiel. Acabamos até descobrindo alguns talentos. O sucesso da festa é sinal de céu de brigadeiro no eterno verão do reggae. Depois de um longo inverno, em que foi colocado à margem do mercado, que não viu mais se repetir estouro igual ao de bandas como Cidade Negra e Skank no começo dos anos 90, o caloroso ritmo volta a contaminar corações, mentes e cinturas. A mesma opção pela independência Dois exemplos desse florescer são o Ponto de Equilíbrio, grupo que representa a ala mais tradicional do estilo, e o próprio Digital Dubs, misto de equipe de som e banda, que vem abrindo novos caminhos para o som. Cada um tem um disco pronto nas mãos e, à sua maneira, faz acreditar que não há mais motivo para menina alguma chorar. Na estação das gigogas, o reggae volta a invadir as praias. ¿ Nós começamos como um grupo tocando reggae em estúdio, viramos uma festa, ganhamos formato de banda para fazer shows e agora vamos lançar um disco ¿ conta Meirelles, ex-produtor do Cidade Negra, excelente baixista e um dos fundadores do Rappa. ¿ Nada disso foi programado. Tudo foi acontecendo naturalmente, com a música e os acontecimentos nos levando. Forças naturais também movem o Ponto de Equilíbrio. Nascido em Vila Isabel há seis anos, o grupo já vendeu dez mil cópias do seu disco de estréia, o independente ¿Reggae a sua vida com amor¿ (que vai ser distribuído pela Deckdisc a partir deste mês), repleto de letras com louvor espiritual e exaltação da filosofia rastafári, adotada pela maioria dos seus oito integrantes, que não comem carne, não tomam refrigerantes e não cortam as tranças. Esse jeitão hippie, que reflete os primeiros encontros na região do Sana, tem ajudado o grupo a conquistar um número cada vez maior de fãs no circuito do chamado reggae de raiz. ¿ Claro que há uma coisa simbólica na adoção da filosofia rasta ¿ explica o baterista Lucas Kastrup, que também é antropólogo, formado pela Uerj e estudioso do assunto. ¿ Cada um na banda tem sua versão do assunto. No geral, ele representa uma aproximação da natureza e um desapego aos valores materiais. É uma identidade que nos levou a fazer reggae. Essa espiritualidade, porém, não faz com que o grupo esqueça suas raízes urbanas. Não é à toa que uma das músicas do disco, ¿Rastafara¿, acabe com o samba-enredo ¿Kizomba, a festa da raça¿, que deu à escola de Vila Isabel o título de campeã no desfile de 1988. ¿ Vila Isabel ainda tem essa coisa de todo o mundo se conhecer. E dos oito integrantes da banda, seis são do bairro ¿ conta Kastrup. ¿ É natural que tenhamos influência do samba na hora de compor e fazer os ritmos. E também ao falar do cotidiano, que está presente em nossas letras, como por exemplo em ¿Aonde vai chegar¿. No outro extremo desse balanço, o Digital Dubs vai fazendo a sua parte nessa retomada do reggae. Com a experiência de shows ao lado do inglês Mad Professor e no TIM Festival de 2004, o coletivo usa o mais tradicional dos formatos do reggae ¿ dois toca-discos e um microfone ¿ para revolucionar suas estruturas. Depois de botar na rua um compacto com duas faixas, prensado na Jamaica, o Digital Dubs prepara o lançamento do seu primeiro disco, ¿Brasil riddim volume 1¿, que deve estar à venda a partir de fevereiro. Masterizado pelo americano Michael Fossenkemper (que já assinou discos de Miles Davis, Bill Laswel e Nação Zumbi), o CD vai trazer para o país, pela primeira vez, um formato que é tipicamente reggae: uma mesma base instrumental (o ¿riddim¿), que é utilizada por diversos artistas. ¿ Foi através dos riddims que o reggae se popularizou e gerou o rap ¿ explica Meirelles. ¿ Esse formato é ao mesmo tempo tradicional e futurista. O problema é que as pessoas acham que raiz do reggae é só ouvir Bob Marley. Catra e B Negão no disco do Digital Quem interpreta os ritmos criados pelo Digital são feras como B Negão, Ras Bernardo (o primeiro vocalista do Cidade Negra) e Mr. Catra, ao lado de revelações como Lápide, M7 e Biguli. ¿ Vamos deixar outros riddims no nosso site para que as pessoas possam baixá-los e fazer suas próprias versões. Quem sabe elas entram num volume dois? ¿Brasil riddim volume 1¿ vai ser lançado de forma independente, com suas primeiras mil cópias bancadas pelo próprio Digital Dubs, através do seu selo, Kizumba. ¿ A esta altura, depois de tudo o que vivi na indústria musical, lançar esse disco por uma grande gravadora seria inviável ¿ conta Meirelles. ¿ Do jeito que vai ser, podemos dar um passo de cada vez. O mundo das grandes gravadoras virou um universo à parte, longe da nossa realidade. É como se fosse um caminhão gigantesco tentando atravessar uma rua estreita, cheia de carros estacionados, sem causar estragos. Falta jogo de cintura, falta mobilidade. chicodub ecos: Segunda-feira, Janeiro 09, 2006 ............................................................ Roots Rock Reggae
A relação Stones/Wailers sempre foi muito boa. Pelo menos até o dia em que Peter Tosh se recusou a sair da mansão do Keith Richards, localizada em Ocho Rios, Jamaica. Richards havia emprestado sua casa de veraneio por uma pequena temporada ao Peter Toshico, que entrou numa que a casa era dele e não quis sair! chicodub ecos: Quinta-feira, Janeiro 05, 2006 ............................................................ 2006
Pra começar o ano, aí vai uma fotinha do Jimmy Page clicada em 75 que mostra os discos que ele gostava de levar durante as turnês do Led. Foto e info roubadas do Mauval. chicodub ecos: |